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São Paulo, 21 de maio de 2013
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Quem Somos


Fundada em Fevereiro de 2000, a FEBRAFAR - Federação Brasileira das Redes Associativistas de Farmácias - é uma sociedade civil sem fins lucrativos, regida por estatuto social, com sede administrativa na cidade de São Paulo e atuação nas principais regiões do País. Atualmente, a FEBRAFAR reúne 41 redes de farmácias independentes em 20 Estados mais o Distrito Federal. As 7.540 lojas integradas às redes associadas à Febrafar atendem clientes em mais de 2.000 municípios brasileiros e possuem faturamento médio mensal de R$ 80 mil.

A FEBRAFAR tem como MISSÃO promover a integração e o fortalecimento das redes associadas em todo território nacional, visando o desenvolvimento sócio-econômico e a representatividade política de suas afiliadas. Entre os produtos comercializados nas farmácias associadas, a categoria Medicamentos representa cerca de 74% e a não-medicamentos (produtos de higiene pessoal, perfumaria, cosméticos e artigos da categoria oficinais, como soros, água oxigenada, bicarbonato de cálcio, mercurocromo etc), 26% do montante vendido.

À FEBRAFAR são atribuídos os seguintes compromissos:

Sistematizar informações e unificar as redes associadas;
Orientar as associadas sobre a realidade econômica, tecnológica e política do setor, bem como elaborar planejamento estratégico para acompanhar as mudanças do mercado;
Acompanhar e contribuir para a expansão e divulgação dos serviços de cada rede e, sobretudo, para o êxito do processo produtivo como um todo;
Beneficiar funcionários e colaboradores das redes associadas, oferecendo-lhes atualização e qualificação profissional; *Promover eventos (congressos, simpósios, workshops, encontros e feiras de negócios) para estreitar relações na cadeia farmacêutica (indústria, distribuidor e varejo).


VAREJO FARMACÊUTICO NO BRASIL


As farmácias e drogarias são o principal canal de dispensação de remédios para a população brasileira. O Brasil é o 4º mercado de consumo de medicamentos no cenário mundial, segundo o instituto IMS Health. De acordo com o Conselho Federal de Farmácia (CFF), no Brasil há mais de 60 mil farmácias e drogarias (país com o maior número de farmácias do mundo), com uma proporção de 3,34 farmácias para cada 10 mil habitantes, considerando uma população de 170 milhões de habitantes. A OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda 1 farmácia para cada grupo de 10 mil habitantes. A expansão das redes de farmácias e drogarias ocorreu na década de 80, a partir da informatização dos estoques dos pontos-de-venda (PDV's) e da diminuição no número médio de funcionários por loja.

Redes Independentes

As farmácias independentes representam mais de 90% do total das farmácias brasileiras. A maioria não tem bandeira e apenas 8% atuam sob o modelo associativista de gestão empresarial. As farmácias associativas vêm se estruturando e se organizando há 17 anos. Elas atuam em rede e com a mesma bandeira. Desta forma, enfrentam com profissionalismo e poder de barganha - as dificuldades do mercado dominado pelas grandes corporações. As lojas independentes estão aprimorando suas estratégias mercadológicas.

Ao aliar-se ao ASSOCIATIVISMO, elas conseguem reduzir custos e disputar o mercado de forma competitiva. Além da diversificação no número de produtos comercializados e da ampla oferta de serviços, as farmácias associativas vêm passando por um processo de modernização. Os pequenos e médios empresários estão investindo, cada vez mais, na layoutização das lojas, no aumento do espaço físico e na qualificação da equipe de trabalho.

Disputa de Mercado

Entre as alternativas encontradas pelo pequeno varejo para concorrer com as grandes do setor, destacam-se:

Fomento a uma política de melhoria nos preços;
Melhoria na qualidade de atendimento;
Promoção de serviços adicionais;
Diversificação do mix de produtos;
Desenvolvimento de produtos com marcas próprias;
Incentivo à atividade associativista.

A Saída para a Sobrevivência no Mercado

O número de inimigos da pequena empresa aumenta a cada dia. O crédito está cada vez mais caro e difícil. Sem poder de barganha, comprar insumos ou formar estoques é um sufoco, o que reduz as chances de sair na frente da concorrência. Da mesma forma, há muita dificuldade para se divulgar o negócio, para desenvolver os métodos gerenciais da empresa, treinar funcionários, e assim por diante.

O incrível, porém, é que há uma forma de atenuar ou resolver muitos desses problemas e só poucos empresários a utilizam. Trata-se do ASSOCIATIVISMO. Quem já optou por essa estratégia como modelo de gestão empresarial não tem do que se queixar. Pelo contrário: vem contabilizando sucessivas vitórias contra inimigos antes invencíveis. Haja vista que a união entre empresas que traçam objetivos comuns é uma poderosa ferramenta para prosperar em mercados cada vez mais competitivos.


ASSOCIATIVISMO: "A UNIÃO QUE FORTALECE"


Conceito

Mesmo sem designação no dicionário, o Associativismo pode ser definido como o ato de associar-se, de unir forças para um fim comum. Numa definição mais ampla, é qualquer iniciativa formal (ou informal) que reúne um grupo de empresas (ou pessoas) com o objetivo de superar dificuldades por meio da ajuda mútua, gerando benefícios econômicos, sociais e/ou políticos em prol de todo o grupo. O Associativismo está presente em diversos setores da nossa economia, tais como associações comerciais, industriais e rurais; sindicatos; cooperativas etc.

Sociedade Associativista

A natureza da sociedade associativista, fundada na igualdade entre os indivíduos e na ajuda mútua frente às necessidades comuns, já contém uma gama de valores capazes de alavancar ganhos consideráveis de produtividade. As condições que esta sociedade cria para o próprio processo de trabalho e de produção dos bens e serviços, somadas aos mecanismos de distribuição - que não visam ao lucro -, já engendram valores simbólicos que a colocam em posição de vantagem frente à empresa capitalista comum. Uma empresa com perfil associativista compartilha informações e idéias, possui gestão transparente, busca resultados de longo prazo, toma decisões colegiadas e vê no concorrente ou fornecedor um aliado com quem pode aprender e crescer.

Por que associar-se?

A associação é uma ordem social, multicultural, participativa, autônoma e fundada na igualdade, nas necessidades e valores comuns. Por excelência, é um sistema com potencial para organizar a produção sob uma ética própria - a ética associativista -, onde o que vale para o todo (a associação) deve valer para as partes (o associado) envolvidas. Daí seu potencial para superar as dificuldades através da eficiência do trabalho em base solidária e da oferta de bens e serviços em condições mais vantajosas para o consumidor.


PONTOS FORTES


União - o Associativismo proporciona uma união capaz de fazer os empresários pensar coletivamente e permite a troca de experiências que os faz crescer conjuntamente. 

Aculturamento - os empresários com perfil associativista têm ganhos significativos no que se refere à cultura empreendedora.

Compra Conjunta - A realização de compras conjuntas proporciona aos empresários maior poder de barganha e acesso a grandes fornecedores do mercado.

Fixação da Marca - A utilização de uma marca forte na fachada e nas dependências do estabelecimento associa o negócio à Rede.

Capacitação de Pessoal - a qualificação dos empresários e seus funcionários proporciona melhoras na gestão do negócio, na qualidade do trabalho e no atendimento aos clientes.

Lucratividade - A aplicação de melhores margens de comercialização faz com que as empresas apresentem um aumento considerável em seu faturamento.

Parcerias - as parcerias com os fornecedores são essenciais para a implementação de ações promocionais nos estabelecimentos. Mas fortalecê-las é fundamental para o desenvolvimento de uma rede associativista.

Conceito de Loja - As recomendações da rede quanto ao visual dos estabelecimentos têm proporcionado uma melhoria significativa no "conceito de loja" dos empresários, desde a fachada, o layout interno e externo, passando pela uniformização e aparência dos funcionários até a informatização e modernização de processos.

Competitividade - Ao comprar bem e barato, maximizar e diversificar o mix de produtos, entender as reais necessidades dos clientes, superar suas expectativas, capacitar-se gerencialmente, viabilizar treinamentos para a equipe de colaboradores e organizar melhor o estabelecimento como um todo, as lojas tornam-se mais competitivas e ganham  visibilidade no mercado.


Fontes:
BNDES/Panorama Setorial (Gazeta Mercantil)



DIRETORIA EXECUTIVA


Diretor-Presidente

Edison Tamascia

Diretor Vice-Presidente

Robert Kock

Diretor-Executivo

José Abud Neto

Diretor 1º Secretário

José Lúcio Alves

Diretor 2º Secretário

Luis Alberto da Silva

Diretor 1º Tesoureiro

Wilson Galli

Diretor 2º Tesoureiro

Carlos Maran



DIRETORIA REGIONAL


Diretor (Nordeste)

Dejalma Lemos da Silva

Diretor (Centro-Oeste)

Raimundo Nonato Alves

Diretor (Sudeste)

Welington Dias da Silva

Diretor (Sul)

Ricardo Duarte da Silveira



CONSELHO DE ÉTICA


Efetivos

Rogério Lopes Jr.
Fernando Rodrigues Cruz
Rinaldo Ferreira

Suplentes

Fabiana S. Rodrigues
Nivaldo João Ticianelli



CONSELHO FISCAL


Efetivos

Pedro de Andrade Neto
Cleber A. M. de Jesus
Michael M. Rodrigues

Suplentes

André Simões da Mota
João José Guimarães
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